Nahruk

José Carlos Fernandez da Costa

Na Amazônia, um nome passa a atravessar os relatos da floresta: Nahruk. Entre a violência humana e forças que desafiam a compreensão, o mundo de Elyrun se abre para suas origens e para os limites do equilíbrio.

Capa de Elyrun: Nahruk

Quando o medo ganha um nome

Há nomes que ninguém pronuncia perto da mata.

Na Amazônia, relatos de violência e acontecimentos inexplicáveis começam a romper a distância entre aquilo que se teme e aquilo em que se acredita.

Nahruk é um desses nomes.

Enquanto comunidades buscam abrigo e Humaitá sente os efeitos do que acontece na floresta, uma operação tenta compreender uma ameaça que escapa aos mapas. Cada relato abre novas dúvidas. Cada resposta parece insuficiente.

Mas o conflito alcança algo mais antigo que a ocupação humana da terra. Sob as marcas do garimpo, da ambição e da violência, persistem perguntas sobre o que sustenta a vida — e sobre o que acontece quando o equilíbrio se rompe.

No terceiro livro de Elyrun, a jornada se aprofunda entre o humano e o sagrado, a destruição e a possibilidade de renovação.

Até onde uma ferida pode transformar o mundo?

Entre o humano e o sagrado

I

Consequências

A violência atravessa a floresta e alcança comunidades, cidades e instituições.

II

Mistério

O que os relatos anunciam desafia as explicações de quem tenta compreender a mata.

III

Origens

A mitologia de Elyrun amplia as perguntas sobre matéria, espírito e liberdade.

O sol nasceu pálido

O sol nasceu pálido sobre o rio Madeira.

Não parecia trazer manhã.

Parecia apenas revelar o que a noite havia deixado para trás.

A água corria larga, pesada, com reflexos de chumbo sob a claridade fraca. Nas margens, a neblina se agarrava ao capim alto e às raízes expostas como um pano úmido. O som da mata vinha distante, abafado, como se a floresta tivesse decidido falar mais baixo.

Elyrun: Nahruk — José Carlos Fernandez da Costa

Presenças de Nahruk

Nahruk

Nahruk

Um nome pronunciado com temor nos relatos da floresta. Sua presença aproxima a violência do mundo humano dos mistérios que atravessam as crenças da Amazônia.

Helena Siqueira

Helena Siqueira

À frente de uma operação na Amazônia, Helena precisa interpretar um território em que mapas, ordens e protocolos já não oferecem todas as respostas.

Nayrah

Nayrah

Ligada à matéria e à natureza, Nayrah representa o corpo da criação: a terra, suas formas e a força que sustenta o mundo vivo.

Onyra

Onyra

Um elo entre matéria e espírito. Sua presença está ligada ao equilíbrio, à passagem e aos ciclos de vida, morte e renovação.

Liryah

Liryah

Luz e vida atravessam sua ligação com a criação. Na mitologia de Elyrun, Liryah dá à matéria uma dimensão espiritual.

Sohmae

Sohmae

Uma presença primordial, ligada à origem do universo. Em torno de Sohmae se abrem as perguntas sobre criação, equilíbrio e liberdade de escolha.

Outra imagem de SohmaeSohmae em meditação diante da água e da lua
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Da floresta às margens do rio

Clareira das Rosas Negras

Clareira das Rosas Negras

Entre raízes antigas, água e rosas negras, uma clareira guarda o silêncio e a memória da floresta.

Estrada de Maruã

Estrada de Maruã

Uma estrada cercada pela mata, onde chuva, lama e escuridão tornam cada travessia incerta.

Fábrica Clandestina de Entorpecentes

Fábrica Clandestina de Entorpecentes

Oculta entre as árvores, a instalação revela outra face da ocupação clandestina da floresta.

Humaitá

Humaitá

A cidade se torna ponto de encontro entre a vida urbana e os acontecimentos que vêm da floresta. Medo, acolhimento e tensão passam a dividir suas ruas.

Ponta das Correntes

Ponta das Correntes

A Vila dos Pescadores, chamada Tal’Kêra no nome antigo, é o núcleo associado a Ponta das Correntes. Palafitas, barcos e um bar compõem sua paisagem à beira do rio.

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Nahruk

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ISBN da edição impressa: 9798259466302

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Um caminho em três livros

Pureza Perdida, A Última Luz e Nahruk: acompanhe a jornada desde o começo.

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